O termo ‘growth hacking’ ganhou força nos últimos anos como sinônimo de crescimento acelerado com baixo custo. Mas será que essa abordagem ainda é eficaz em 2025?
Apesar de o buzz ter diminuído, os princípios do growth hacking continuam valiosos: experimentação rápida, foco em métricas-chave e integração entre marketing, produto e dados.
Em um cenário de alta concorrência e atenção disputada, estratégias baseadas em testes rápidos e otimizações constantes são diferenciais importantes. Isso se aplica especialmente a startups, infoprodutores e negócios digitais em fase de tração.
Contudo, é necessário adaptar o conceito à nova realidade: respeito à privacidade, qualidade da experiência do usuário e sustentabilidade da estratégia são critérios que não podem ser ignorados.
Portanto, sim — o growth hacking ainda vale a pena, desde que aplicado com inteligência, alinhado aos objetivos do negócio e com foco em crescimento consistente e ético.
